Holograma de Bolsonaro, como na eleição francesa de 2017, foi descartado

A estratégia se inspirava no uso pioneiro da tecnologia pelo líder de esquerda francês Jean-Luc Mélenchon, 2017, na campanha da primeira eleição de Emmanuel Macron. A imagem de Mélenchon era projetada em vários comícios simultaneamente, sem censura ou chiliques judiciais. Virou uma atração, era divertido, mas não afetou as intenções de voto.
A informação é da Coluna Claudio Humberto, do Diário do Poder. No Brasil, ministros do STF, como o TSE de 2022, têm sido incansáveis em decisões que dificultem a campanha de opositores de Lula (PT). Como no caso do vídeo com IA, peças com a imagem do Bolsonaro, um dos líderes políticos mais populares de sempre, serão barradas no STF. Na França, ao contrário, o holograma foi recebido com senso de humor e naturalidade até por adversários, incluindo o próprio presidente Macron.